sábado, 9 de setembro de 2017

Flores ao vento.

 É o céu de uma quase-primavera, um homem luta para selar o seu destino, em busca dos seus sonhos. Decisões a tomar, a sopesar, a entender, a aceitar, e relutar, mas aceitar. Os desejos, os sonhos, as pessoas por conhecer, a proximidade dos dias chuvosos, dos resultados dos testes, entrevistas, respostas, soluções, e, tudo isso, para planejar os passos do dia seguinte. Dia que é bom, dia que é ruim, dia que angustia, da medo, da nojo, aflição, alento, este é o ciclo da vida, passado um dia após o outro. Pelos próximos anos, caminhos a trilhar, a tratar, paradigmas a quebrar, visões a clarear, passados a revelar, e um futuro a ser desenhado, o porvir, por isso, e por tudo isso nos espera. Uma bela mulher, uma flor ao chão, ventos não muito frios, dias rancorosos, sonhos mais tristes e aflitivos, do que sonhos bons, e noites virtuosas. Essa é a moda em que vivemos, um acorde mudo, um violão, estômagos cintados ao último fio, o mensageiro na porta, expectativas abertas, tudo isso, para, ao chegar do dia, confirmar que todos os louros da boa luta, e do sacrifício, tenham valido a venha! Reencontrar-se com seus antepassados, mostrar-se ao mundo, criar coisas novas, conhecer pessoas, ser uma pessoa melhor, em um país melhor, em um mundo melhor. É viver, é louvor, é a glória, é a luz, é o amor, tudo isso, unido sob uma só toada, a toda do novo-dia, onde um dia nunca será igual ao primeiro. Carpe Diem!

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