segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Entre exacerbações e quedas, é 2020!!

  Este é o ano de 2020. O peito enche-se de energia, e explode na forma de ímpeto nunca antes por mim imaginado. Hora de esquecer as desculpas, as paspalhonices do RH de papel, as mentiras de séculos dos vigaristas da auto-ajuda, do empoamento das dicas rápidas, do "profissionato", da fábrica de parafusos sob medida, eternos "bonecos de borracharia", aptos a se esforçarem por muito, e serem dispensados por nada. Um homem-menino, que teve a adolescência roubada pelas ilusões da cátedra, acreditou nos "ungidos" do Deus-Paletó, profusão de encontros inúteis, luta por títulos que não o queriam, eternamente sentenciado a pobreza, após ser julgado pelos servos mais fervorosos do Deus-Paletó. Acreditou em mentiras, se esforçou para acumular títulos que nada valiam, descobriu que vive no país da meia-dúzia, não das multidões, os eternos Deuses caídos, conclamados para solucionar os mesmos problemas dos quais se acumpliciaram.
  Hora de construir a minha história do zero, pois as mentiras foram a mil! Garotas, desejos, sonhos, estrutura pré-montada e pronta para brigar de igual para igual por seu lugar no mundo, tudo isso sacrificado no altar da ignorância dos ungidos do pau-oco. Dinheiro, dinheiro dos ungidos, que se deliciam com o linguajar dos mentirosos, dos vigaristas do mundo da alta ajuda, ideologias vazias, dos mundos sem fundos, da perdição sob encomenda, do Santo que não ousa dizer o seu nome, mas é por todos venerado, à benção de seus erros.

  Hora de construir seu lugar no mundo, nem que sejam pelas regras dos ungidos-revirados, que se fazem de santos.